sexta-feira, 2 de outubro de 2015
segunda-feira, 18 de maio de 2015
III Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura
8-10 / Outubro 2015 - Crato-CE
http://ebpc.ufca.edu.br/
Com o tema “Pesquisa em cultura e pluralismo epistemológico”, o III Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura será realizado na região do Cariri, no Ceará, em outubro de 2015. Organizado pela Pró-Reitoria de Cultura da Universidade Federal do Cariri (UFCA), em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Sociedade da Universidade Estadual do Ceará (UECE) e o setor de estudos em políticas culturais da Fundação Casa de Rui Barbosa, o terceiro EBPC pretende reunir pesquisadores no campo de cultura para debater e fomentar o diálogo entre instituições e agentes, evidenciando convergências e oportunidades de colaboração neste campo de pesquisa, que cresce a cada ano no país.
Pela primeira vez o evento ocorrerá no Nordeste, no Cariri, região que possui um centro universitário importante e é território reconhecido nacional e internacionalmente por suas manifestações culturais, envolvendo núcleos urbanos de quatro estados: Ceará, Pernambuco, Piauí e Paraíba. Desse modo, o III EBPC pretende trazer pesquisadores oriundos de todos os estados brasileiros, possibilitando uma maior riqueza de trocas e consolidando a organização do campo de pesquisa em cultura no país.
A programação do III EBPC vai contar com Conferência de Abertura, Mesas Redondas, Encontros de Pesquisadores, Grupos de Trabalho e ainda diversas apresentações artístico-culturais da região, que vão permear toda a programação. Confira as informações no nosso site e no Facebook. As inscrições terão início em maio.
Seminário Patrimônio dos Sertões: Cultura, Arte e Religiosidade
dia 29 de maio de 2015, no Auditório do IFCE em Canindé/Ce
O evento integra, confraternização, discussões, oficinas, palestras e conhecimentos da cultura popular e o turismo religioso. Além das manifestações folclóricas da cidade e dos artistas populares das comunidades do Sertão Central. Neste período ocorrerá os festejos da Coroação de Nossa Senhora que reunirá uma grande multidão de devotos e participantes do seminário.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Regulamentação da Lei Cultura Viva abre novos caminhos
para a cultura brasileira
direto do site do Ministério da Cultura em 8.3.2015
Representantes de vários segmentos da cultura brasileira, juntamente com o ministro Juca Ferreira e autoridades, comemoram a regulamentação da Lei Cultura Viva. (Fotos: Christian Braga/Janine Moraes)
Hoje (8/4) é um dia histórico para os representantes dos muitos segmentos da diversidade cultural brasileira. Com a regulamentação da Lei Cultura Viva, construída com ampla participação popular, entra em vigor a Política Nacional de Cultura Viva (PNCV), voltada a estimular e fortalecer uma rede de gestão cultural com base nos Pontos e Pontões de Cultura, um dos projetos de maior capilaridade e visibilidade do Ministério da Cultura (MinC).
Em cerimônia realizada nesta tarde na Funarte, em Brasília, com presença maciça de artistas, gestores e fazedores de cultura, o ministro Juca Ferreira, bastante emocionado, comemorou a entrada em vigor da nova lei.
"Esta legislação traz uma ferramenta muito importante, que é autodeclaração. Agora, qualquer manifestação cultural com mais de dois anos de atividade poderá se declarar Ponto de Cultura", afirmou. "Existem mais de 100 mil grupos culturais no Brasil, dos mais diversos segmentos, e o Estado tem obrigação de se relacionar com eles, de disponibilizar recursos para que esses grupos cresçam e aumentem seu raio de ação".
Juca Ferreira enfatizou que a Lei Cultura Viva valoriza a diversidade cultural que existe no país. "Queremos uma pátria de iguais, mas respeitando as diferenças de cada um. Para que se tenha direitos iguais não é preciso homogeneizar culturalmente a população", observou. "A cultura é muito complexa em suas manifestações. A política pública não pode fazer opção por A, B ou C. Tem de ir dos Pontos de Cultura à ópera".
O ministro ressaltou, ainda, a necessidade de investimentos na economia da cultura. "É uma economia de alto valor agregado, inclusiva e que já representa 6% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Pode ajudar a alavancar um novo ciclo de desenvolvimento para o país que não seja tão dependente de commodities agrícolas e minerais".
Sobre a Política Nacional de Cultura Viva (PNCV)
A PNCV foi instituída pela Lei Cultura Viva (13.018/14), sancionada em julho de 2014, após três anos de tramitação no Congresso Nacional. A regulamentação da lei foi feita com ampla participação social. Foi realizada consulta pública e criado um Grupo de Trabalho específico para debater o assunto
A política tem como públicos prioritários mestre
s da cultura popular, crianças, adolescentes, jovens, idosos, povos indígenas e quilombolas, comunidades tradicionais de matriz africana, ciganos, população LGBT, minorias étnicas, pessoas com deficiência e pessoas ou grupos vítimas de violência, entre outros.
Uma das principais inovações estabelecidas pela Política Nacional de Cultura Viva é a autodeclaração. Artistas, coletivos e instituições poderão, por meio de uma certificação simplificada, se autodeclarar Ponto de Cultura, passando a fazer parte do Cadastro Nacional dos Pontos e Pontões de Cultura. O processo não dá direito ao recebimento de recursos.
Outra novidade é o Termo de Compromisso Cultural (TCC), que substituirá o convênio na parceria entre o Estado e os Pontos e Pontões de Cultura que recebem recursos. É um instrumento mais simplificado e adequado à realidade dos agentes culturais, garantindo mais facilidade na prestação de contas, que ficará mais ligada à eficiência do trabalho e ao cumprimento do objeto.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura
quarta-feira, 8 de abril de 2015
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Festival Internacional de Folclore - México
FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DE ZACATECAS, México.
O festival é um dos mais importantes do mundo. Em sua última edição reuniu mais de mil artistas e 150 mil expectadores nos oito dias de festa. Em julho de 2015, a Cia de Dança Andora do Espírito Santo e o Grupo Gaúcho da cidade de São Gabriel/RS estarão representando o Brasil no evento.
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Prêmio a Marques de Melo
Notícia da Rede Folkcom
20 de fevereiro de 2015
por Júnia Martins
O Centro Internacional de Ensino Superior de Comunicação para América Latina (CIESPAL) outorgou medalha de ouro ao fundador da INTERCOM e presidente de honra da REDE FOLKCOM, o professor e jornalista José Marques de Melo. A homenagem tem como respaldo a contribuição feita por Marques de Melo ao pensamento comunicacional latino-americano. O prêmio enaltece ideias, valoriza estudos e potencializa reflexões de mais outros dois ícones da Escola Latino-Americana de Comunicação: Luis Ramiro Beltrán (Bolívia) e José Martín-Barbero (Colômbia). O ato solene de premiação será realizado durante o XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, no início de setembro, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (Campus da Praia Vermelha).
Encontro Internacional de Folkcomunicação
Notícia da Rede Folkcom
12 de fevereiro de 2015
por Júnia Martins
Com o tema central “Arqueologia da Folkcomunicação: em busca do tempo remoto para evitar o tempo perdido – Folkcomunicacão ano 50″, ocorrerá em São Paulo, de 27 a 29 de março, o II Encontro Internacional de Folkcomunicação. O evento será realizado no Centro Cultural José Marques de Melo (sede da Intercom), nos dias que antecedem o Congresso Ibercom, sediado na mesma cidade.
O I Encontro Internacional de Folkcomunicação, em abril de 2014, contou com a iniciativa da Associação Ibero-Americana de Comunicação, apoio do Museu Nacional de Imprensa e do Instituto Universitário da Maia. Este segundo encontro, por sua vez, conta com a iniciativa da Rede Folkcom, parceria com a Unesco/Umesp, patrocínio da Intercom/Pensacom/Ensicom/Bibliocom e do Núcleo de Pesquisa de Folkcomunicação. Tem ainda o incentivo da Alaic, Socicom, Lusocom, Assibercom e Confibercom e o apoio da Editora Paulus, da Revista Internacional de Folkcomunicação, do Jornal Brasileiro de Ciências da Comunicação, do Jornal da Intercom, do Jornal da Folkcom e do Boletim da Socicom.
O evento reunirá pesquisadores de distintas partes do Brasil e do mundo para dialogar sobre aspectos da disciplina criada pelo jornalista Luiz Beltrão; sobre o legado por ele deixado; a ampliação dos caminhos de investigação; e a sedimentação da teoria no terreno das Ciências da Comunicação. Haverá ainda homenagens aos teóricos Luis Ramiro Beltrán, Jesús Martín-Barbero e José Marques de Melo. Acima de tudo, será um momento especial por contemplar comemorações de marcos decisivos para a constituição da Folkcomunicação no campo acadêmico. Acompanhe abaixo a descrição de cada marco trazida pelo professor José Marques de Melo.
– Cinquentenário da publicação dos primeiros periódicos de Ciências da Comunicação na América Latina.
Fundada por Luiz Beltrão, Comunicações & Problemas circulou semestralmente, de março/1965 (Recife) a novembro/1969 (São Paulo), adotando o padrão internacional dos journals acadêmicos. Mantida heroicamente pelo seu criador, durante um qüinqüênio, esse periódico cumpriu papel decisivo na disseminação do saber folkcomunicacional no meio universitário. Por sua vez, Cadernos de Jornalismo, fundado por Alberto Dines no Jornal do Brasil, circulou experimentalmente, em maio de 1965, na cidade do Rio de Janeiro. Adotando o estilo dos magazines profissionais, de circulação dirigida, buscou sintonia com o leitor potencial, logo passando a ser vendido bimestralmente em bancas de jornal frequentadas pelas nossas vanguardas culturais.
- Meio século de plantio das sementes cognitivas nutridas por Luiz Beltrão e outros “intelectuais progressistas” cuja tipologia foi esboçada por Octávio Brandão.
São escritores da mesma estatura de Luiz Beltrão – Paulo Freire, Darcy Ribeiro, Celso Furtado, Jesus Soares Pereira, Anísio Teixeira, Florestan Fernandes, Josué de Castro, Barbosa Lima Sobrinho, Helder Câmara, Câmara Cascudo, Arthur Ramos, Nise da Silveira, entre outros; que são capazes de fazer inadiável a sua imersão na “teoria dos catimbós” urdida pela inventividade de Edison Carneiro, acionando a alavanca capaz de acelerar a Dinâmica do Folclore (Rio de Janeiro, 1965).
A revista acadêmica do ICINFORM incluiu em sua primeira edição o artigo-manifesto “O ex-voto como veículo jornalístico”. Suscitando o interesse do etnógrafo brasileiro Câmara Cascudo e do semiólogo italiano Umberto Eco, reconhecimento decisivo para legitimar a Folkcomunicação como teoria, disciplina , campo universitário.
A pujança da nova área de pesquisa e a potencialidade da sua comunidade científica estão fartamente documentadas nos capítulos finais – cronologia, taxionomia, bibliografia e sociografia da obra antológica Metamorfose da Folkcomunicação (São Paulo, Editae, 2013, 1100 p.) que Marques de Melo & Fernandes organizaram com a participação de 85 autores.
- 50 anos da inclusão das Ciências da Comunicação na estrutura acadêmica da Universidade de São Paulo.
O ato reitoral de 19/03/1965 teve como conseqüência a criação da Escola de Comunicações Culturais em 1966.
-45 anos da publicação da coletânea Folkcomunicação (São Paulo, ECA-USP).
A obra inaugurou uma tipologia exemplificada da nova disciplina.
- 35 anos da publicação do livro Folkcomunicação, Comunicação dosMarginalizados (São Paulo Cortez, 1980).
O livro ampliou e arejou a natureza do espaço cognitivo.
- 20 anos da realização da Conferência Internacional Identidades Culturais Latino-Americanas em tempo de Comunicação Global.
Realizada na cidade de São Paulo, evidenciou o início das atividades da Cátedra UNESCO/UMESP de Comunicação e do Doutorado em Comunicação – PPGCOM , projetando a UMESP no cenário internacional, justificando também o seu ingresso como unidade fundadora da ORBICOM (Paris, UNESCO,1995).
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LOCAL
INTERCOM / Centro Cultural Marques de Melo
Rua Joaquim Antunes, 711 – Pinheiros – São Paulo
(Metrô Fradique / Linha amarela)
Fone: 55-11- 2574-8477 / 3596 / 4747
INCRIÇÕES E PROGRAMAÇÃO – veja em:
http://www.redefolkcom.org/ii-encontro-internacional-de-folkcomunicacao/
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
FM Educativa UCDB
MENSAGEM DO COLEGA ROBERTO FIGUEIREDO DA UCDB
Olá colegas artistas e produtores culturais aqui de Campo Grande, a FM Educativa UCDB está abrindo mais um espaço para que possamos divulgar nossa arte, nas quintas feiras uma parte do Jornal da Manhã estará sendo destinado somente para a programação cultural de Campo Grande, o espaço vai estar aberto para todos, neste horário teremos divulgação da Agenda Cultural e uma pequena entrevista com o produtor de um evento artístico daquela semana, e durante o dia algumas dicas culturais também, prestigie este espaço que conquistamos e me mande sua agenda para o email: cultura@ucdb.br
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
CORDÃO DA VALU
Notícia do Campo Grande News
Valu se despede do melhor Carnaval de todos os tempos sem brigas
Aline Araújo
Cordão Valu e alegria mais que combinam na mesma frase. A banda bota para ferver no último dia de Carnaval em Campo Grande. Para se despedir, mais uma vez as pessoas estão fantasias na Esplanada Ferroviária, com muita cor, confete, serpentina, marchinhas e batuques nesta terça-feira.A chuva começou cedo, mas o sol apareceu no fim da tarde, acabando com qualquer pretexto para não ir para a rua. Segundo Silvana Valu, a criadora do Cordão, o primeiro dia arrastou cerca de seis mil foliões e hoje vai repetir a dose.
“Eu acho que a gente conseguiu movimentar o Carnaval de rua, trazer as pessoas para brincar como antigamente. Não teve uma briga! Eu encontro muita gente que diz que não gostava de Carnaval e agora vem no Valu. As pessoas vem na paz, trazem as crianças é lindo”, comemora.
O Cordão está crescendo, junto com ele os blocos independentes pegam carona para arrastar as pessoas para a folia. “Está cada vez melhor, com mais estrutura, por conta da arrecadação dos pré-carnavais que proporciona isso. Consequentemente, atrai mais gente”, comenta o engenheiro Tom Oliveira, de 30 anos, do Bloco Língua Preta, que participou de todos os dias de folia.
Esse ano os blocos levaram pessoas para dentro das escolas de samba, uma novidade que deu certo nos pré-carnavais e deve continuar nos próximos anos. Yago Rojs, de 22 anos, saiu de casa para curtir a folia a caráter. “O melhor é o povo! O pessoal que vem é muito animado, o ambiente é tranquilo sem confusão, todo mundo vem para se divertir!”, lembra o cozinheiro.
O amigo, Fábio Barboza, 22, concorda. “É diversão sem confusão, vem bastante família e é muito agradável”, complementa.
E não tem idade para festar. Ana Maria El Daher, de 65 anos, foi curtir com as amigas, a senhora com adereço nos cabelos é só samba no pé para curtir o Carnaval na Capital.
“É o primeiro dia que eu venho com as meninas, a gente tem um grupo e eu acho que tem que continuar é muito bom, a música e é tranquilo”, comenta.
A advogada Aline Oliveira, de 39 anos, e o marido, o italiano Massimo Parisi, resolveram levar a filha para curtir a festa. Chegando lá. a pequena Luiza, de 5 anos, fez amizades com outras crianças e se divertiu com os confetes ao som das marchinhas.
O Valu deve entrar a madrugada com festa na Esplanada Ferroviária, a entrada é franca e pode levar a bebida de casa.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
PROFISSÃO ARTESÃO REGULAMENTADO
Aprovado projeto que regulamenta profissão de artesão
O Brasil tem hoje nove milhões de artesãos espalhados pelas grandes e pequenas cidades, mas a atividade não é reconhecida como profissão. Para garantir direitos a esses cidadãos, a Comissão de Cultura aprovou por unanimidade nesta quarta-feira (18), o relatório da deputada Luciana Santos (PCdoB-PE) ao projeto do Senado Federal, que regulamenta a profissão de artesão.
O projeto também estabelece diretrizes para as políticas públicas de fomento ao artesanato, institui a carteira profissional da categoria e autoriza o Executivo a criar a Escola Técnica Federal do Artesanato.
Para construir seu parecer, a deputada buscou entidades ligadas ao artesanato e realizou audiência pública para conhecer a demanda do setor. Segundo ela, a aprovação da matéria é mais um passo de um processo para garantir o reconhecimento do artesão como profissional e as condições necessárias para que a atividade seja fortalecida.
"Há tempos que os artesãos de todo o País se empenham na defesa do direito de seu enquadramento profissional. Contemplar as manifestações culturais brasileiras tão bem traduzidas pela riqueza da nossa arte popular deve ser preocupação não só das políticas culturais, mas do projeto de desenvolvimento social e de crescimento econômico deste País", destacou a deputada.
Luta de anos
Para Esmeralda Reis, presidente da Associação da Feira da Torre, a aprovação na Comissão de Cultura, é uma resposta ao anseio dos artesãos. "É a legalidade dos artesãos brasileiros. Hoje somos autônomos, não temos direitos garantidos. Essa aprovação é a resposta de uma luta que vem de anos", afirmou.
Adivan Enéias, presidente da Federação das Associações de Artesãos do Distrito Federal e secretário da Confederação Nacional dos Artesãos, acredita que a regulamentação da atividade vai significar uma melhora de vida para a categoria.
Segundo ele, muitas técnicas têm se perdido ao longo dos anos por falta de incentivo. "Não temos políticas públicas que garantam que os mestres passem seu conhecimento aos mais jovens e isso se perde. Esse é o primeiro passo e esperamos que com a formalização da categoria a gente chegue a 13 milhões de artesãos reconhecidos."
A matéria agora segue para apreciação nas comissões de Trabalho e de Administração e Serviço Público.
Da Redação em Brasília
Com informações da Comissão de Cultura
Fonte: Vermelho
domingo, 1 de fevereiro de 2015
NOTÍCIAS DE OLÍMPIA-SP
http://www.folcloreolimpia.com.br/index.php?abre=noticias=exibir&id=886&Manifestacao-do-Estado-homenageado-pelo-Fefol-em-2015-recebe-Titulo-de-Patrim%F4nio-Nacional&id_editoria=1
Manifestação do Estado homenageado pelo Fefol em 2015
recebe Titulo de Patrimônio Nacional
03/12/2014
O Maracatu Nação e o Maracatu Baque Solto, expressões culturais e musicais repletas de simbologia, ganharam o título de Patrimônio Cultural do Brasil. A decisão foi tomada por unanimidade durante reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, do IPHAN, na manhã de quarta-feira, 3 de dezembro, em Brasília.
A 51ª edição do Festival do Folclore de Olímpia terá como Estado homenageado o Pernambuco, berço do Maracatu, que estará presente na festa através das manifestações e danças.
“Foi com grande alegria que recebemos esta noticia. É um reconhecimento merecido, pois as manifestações do Pernambuco são repletas de contexto histórico. Veremos no Festival de Olímpia de 2015 uma cultura riquíssima, homenageando o estado”, disse o Diretor de Cultura, Caio Longhi.
O Maracatu Nação, também conhecido como Maracatu de Baque Virado, apresenta conjunto musical percussivo e um cortejo real que sai as ruas durante o carnaval. No cortejo, há rei, rainha e outros personagens como baianas e orixás. Esse maracatu é entendido como forma de expressão que congrega relações comunitárias, compartilhamento de práticas, memória e fortes vínculos com o sagrado.
Já o Maracatu Baque Solto ocorre durante as comemorações do Carnaval e da Páscoa. Compõe-se de dança, música e poesia e está associado ao ciclo canavieiro da Zona da Mata. As apresentações ocorrem na Região Metropolitana do Recife e outras localidades. Os mais antigos maracatus têm sua origem em engenhos por trabalhadores rurais, trabalhadores do canavial, cortadores de cana-de-açúcar, entre fins do século XIX e início do XX. Diferente do Maracatu Nação, o Maracatu Baque Solto é um resultado da fusão de manifestações populares, como Cambindas, Bumba-meu-boi, Cavalo Marinho e Coroação dos Reis Negros.
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